sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Alguns esquecimentos...

Uma coisa que logo vão lembrar

O tal "tapa-sexo" de 4cm. Ou seria 3,5cm? Acho que não faz muita diferença.
É muuuuito provável que logo lembrem deste fato, por causa do carnaval. Voltarão os comentários e a polêmica toda. É até capaz de surgirem novos tapa-sexos menores que aquele, o que, na minha opinião, é só dinheiro jogado fora, porque não vai tapar sexo nenhum.



Um fato que já se está esquecendo


Lembram das enchentes em Santa Catarina? Quase não se fala mais no assunto. Bem, eu não esperava mesmo que ficassem remoendo o assunto, mas ainda é hora de agir. Agora é que precisavam colocar na mídia outra vez, mostrar o que as pessoas ainda precisam e, quem sabe, mobilizar esse povo todo de novo.



Uma notícia que logo será esquecida

O caso da Paula Oliveira, a brasileira que fingiu ser atacada por neonazistas em Zurique, na Suíça. Por alguns dias, parecia que era só o que se falava. Agora, hoje mesmo, já não está mais se dando tanta importância para o caso. Logo, logo, cai no esquecimento.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Em cartaz: A comédia dos erros

Depois de tantos anos fazendo teatro, já não consigo assistir uma peça como simples espectadora. Cada detalhe me chama a atenção e quando eu vejo já perdi o fio da meada. "Mas, como eles fizeram aquilo?", "Isso ali dava pra usar na nossa peça... parece fácil de fazer.", "Bah... se saiu bem dessa, hein?" e tantas outras coisas que me fazem esquecer de prestar a atenção no enredo.
Daí um dos motivos de eu confundir os atores. Poxa! Por que eles tinham que usar exatamente o mesmo figurino? Está certo que eram gêmeos... Não se preocupem, dá pra perceber no início da peça a confusão. Eu só demorei pra perceber que eram dois atores. Achei que o mesmo cara fazia os dois papéis... Mas é que os caras eram muito bons! As personalidades eram muito parecidas.
Outra coisa que me tirou a atenção foi o desenho. Desde o início da peça, tinha um cara fazendo um desenho. Não que ele ficasse desenhando o tempo todo, nem que chamasse a atenção para ele, mas eu estava curiosa para saber o que ia sair dali. Aliás, o resultado ficou ótimo. Eu adorei. Inclusive, o desenho está comigo.
Sério, vale a pena assistir essa peça. Até se você quiser comprar alguma coisinha, tem uma feirinha no início. Não comprei nada porque a grana estava curta, mas fiquei com vontade.

A peça vai só até domingo e está em cartaz pelo Porto Verão Alegre. Então, se apressem.

Até mais.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Gente! Quanta gente!

Bom dia, pessoas.

O blog está altamente desatualizado porque estive uma semana longe daqui. Estava no Congresso Nacional da JELB (Juventude Evangélica Luterana do Brasil), mais conhecido como "Congressão". O Congresso mesmo foi de terça a domingo, mas eu fui na segunda e voltei na outra segunda (pra não ter problema com horários).
Bem, pra começar, não dá pra resumir o Congressão em um post. A idéia inicial era fazer um diário, mas não deu nem tempo nem de começar.
O que eu posso dizer de início é que tinha muuuuuita gente. Aqui do RS foram quase 200 pessoas, mas tinha gente de todo o Brasil. Na quinta-feira, minhas amigas já tinham jantado quando eu fui. Sentei numa mesa com um menino do Espírito Santo. Dali a pouco, sentou com a gente um rapaz de Aracaju. Cara, isso é muito divertido!
Conheci um monte de gente. E o melhor é que a gente pode falar com as pessoas sem medo de ser feliz. Pode chegar dando oi pra uma pessoa que a gente nunca viu na vida, e a pessoa não vai estranhar... muito.
Mesmo assim, ainda tinha vezes que eu olhava para os lados e pensava: "Nossa! Tem tanta gente na minha volta e eu não conheço ninguém!" Mas, também não durava muito tempo. Logo chegava alguém pra conversar comigo.
Outra coisa boa é que todos estão sempre muito animados no Congressão. Sempre tem gente rindo ou brincando. E volta e meia surge aquela roda de violão.
Além de conhecer um monte de gente nova, também encontrei os amigos que não via desde o último Congressão (que é a cada 2 anos). É muito bom rever o pessoal. Tem aqueles que a gente só vê no Congressão e tem aqueles que a gente conversa pelo msn, telefone, orkut...
Agora, vou continuar conversando com o pessoal pela internet. Pena que a gente só vai se ver daqui 2 anos.

Saudades.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

O nome

Tem gente que tem uma capacidade enorme de conversar com pessoas desconhecidas. Não me considero uma delas. Mas, conheci uma senhora nesta última viagem que é uma destas pessoas. Durante as duas horas que conversamos, conheci esta mulher. Sei de sua família, de sua profissão, de suas aventuras da época em que era jovem e até da vizinhança onde mora.
Muito simpática ela. Também contei um pouco sobre mim. Afinal, gosto da conversa, só não sou boa em puxar assunto.
Começamos a conversar assim que ela sentou ao meu lado no ônibus. Ela estava feliz por ter conseguido um lugar naquele ônibus, já que a passagem que ela tinha era pra mais tarde. Falamos sobre nossos planos para a virada do ano e, um assunto puxa o outro, dali a pouco já sentia como se a conhecesse por um bom tempo.
Depois de umas duas horas, a conversa parou. Minha cabeça doía e ela procurou dormir um pouco.
Chegamos à rodoviária de Pinhal. Eu seguiria mais um pouco e ela desceu. Antes, me desejou um feliz Ano-Novo e eu a ela e à filha dela.
Uma garota sentou no lugar vago ao meu lado e conversamos um pouco, mas só algumas palavras. Foi ela quem puxou assunto também.
Fico imaginando que qualquer dia, quando estiver caminhando na rua, vou olhar ao redor e pensar: "Por aqui mora a... Poxa! Nem perguntei o nome dela." Mas, quem sabe nem é tão importante assim.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Programa de índio

Então eu fui pra praia. Choveu. E eu dormi uma média de 11 horas por dia. E estava frio. E eu levei só um casaco e uma calça. E passei a virada do ano dentro do ônibus, tentando chegar à praia. Depois de quase quatro horas dentro do ônibus (numa viagem que geralmente dura 1h30) foi ótimo esticar as pernas.
Por que eu faço estas coisas mesmo? Ah! Porque eu adoro indiada.
Afinal, foi um bom feriado. Descansei e me diverti. Claro que eu queria mesmo me atirar na água, mas só consegui fazer isto uma vez durante os quatro dias que fiquei na praia.
Mas, por que indiada é tão legal? Tem um ar de incerteza tão delicioso! Tem histórias pra contar. Não sei se é por issó ou se é só por isso, mas é bom!
Qual será a próxima? Alguém está afim de fazer uma indiada? Eu topo!

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Fim de ano

Não vi que já faz tanto tempo que não escrevo nada. Está na hora de tirar o pó daqui.
Sinto que este ano o Natal não me pegou de jeito, como fazia antes. Acho que é a mudança de rotina.
Acontece que o Natal sempre vem com bastante férias e, desta vez, ainda não curti as férias. Férias da faculdade, claro. Mas, pelo menos deu pra descansar no feriadão.
E, aí vem outro feriadão. Dá pra descansar mais um pouco e, depois, vem janeiro e mais um ano inteiro pela frente. E janeiro me lembra calores infernais, pressão baixa, muita água e... tédio. Sim, porque eu nunca tenho o que fazer nas férias. Eu vou enlouquecendo durante o ano e, quando estou no ápice da loucura, quando já estou arrancando os cabelos, Puf! a cidade morre! Durante a primeira semana é uma maravilha. Depois, vem o tédio completo. Nada pra fazer, todo mundo viajando e eu trabalhando. Todo o tempo livre e eu sem conseguir aproveitá-lo.
Bem, mas vamos nessa!

Um ótimo 2009 pra vocês e um Feliz Natal (atrasado).

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Bonito isso!

Assim como a maioria das pessoas, tenho lido e ouvido muito sobre o que está acontecendo em Santa Catarina, sobre as enchentes e tal. Ouvi pela primeira vez de uma amiga minha que pedia para que eu orasse pela família dela que mora lá. A partir daí, só ouvi mais e mais sobre a situação.
E, sabe, tenho voltado a ter fé no ser humano. Eu já estava quase convencida de que a humanidade não tinha mais jeito. Daí, vejo gente de tudo que é lugar para ajudar as pessoas que perderam tudo (ou quase tudo). Teve gente que mandou comida, teve gente que mandou água potável, outros mandaram dinheiro mesmo, o que eu acho bastante útil. E teve o caso dos presidiários que fizeram jejum para doar comida pro pessoal de lá. Vi até gente se preocupando com os pobrezinhos dos animais que também sofreram com as enchentes e foram pouco lembrados. Muito bonito isso! Até voltei a ter fé na gente.
Por outro lado, soube dos preços absurdos que se cobrava pela água lá em Santa Catarina, por causa das enchentes. As pessoas precisando e os comerciantes aumentando o preço. Não sei se foram todos, mas achei triste. Já é triste o fato de as pessoas perderem suas coisas, ainda tem que desenbolsar uma grana pra poder matar a sede... É triste isso!
Agora, eu penso, será que daqui a um tempo, quando a água toda baixar e o caso sair da mídia, os brasileiros não atingidos pelas águas lembrarão do fato? Acho pouco provável. Como as coisas caem no esquecimento tão rápido! E daí, quando a poeira baixar, quem vai ajudar os catarinenses? Sabe, por enquanto eles precisam de um lugar pra ficar, comida e roupas. Mas, daqui a pouco, eles vão precisar de móveis e tudo o mais que uma pessoa precisa dentro de casa. E será que alguém vai lembrar? Por isso, acho que o dinheiro que foi mandado é útil.
Talvez seja uma de colocar na mídia de novo. Só pro pessoal lembrar.