terça-feira, 17 de agosto de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Andando de ônibus
Quem anda de ônibus já conheceu uma renca de cobradores. Nestes últiimos dias, me peguei pensando nos que eu conheci. Alguns, não ocupam espaço na minha memória. Já outros foram muito marcantes.
Tinha o cobrador do ônibus que eu pegava pra ir pro curso técnico. Ele era bem simpático e a gente ia conversando a viagem inteira (uns 15 minutos, no máximo). Ano passado eu passei por ele na rua; acho até que ele me reconheceu.
Uma das vezes que eu me perdi em Porto Alegre, tive a sorte de encontrar uma cobradora muito simpática. Ela me deixou ficar no ônibus pra viagem de volta e deu risada comigo. Na saída, ainda tirou uma onda com a minha cara: "Te informa bem de que lado tu tem que pegar o trem". Eu ri.
O cobrador do ônibus que eu pego pra ir para o trabalho atualmente dá bom dia pra todo mundo. Bem simpático ele. Quando a gente responde ele até pergunta "tudo bem?". Ele conversa com as pessoas, se diverte enquanto trabalha. Só não converso com ele porque me tornei um pouco tímida para essas relações sociais e porque a essa hora da manhã ainda sou meio zumbi. Mesmo assim, o bom humor do cobrador faz a gente se sentir um pouco melhor. Parece que o clima do ônibus muda de acordo com o cobrador e o motorista.
Em compensação, lembro de um cobrador que era exatamente o oposto. Eu entrei na condução, disse "oi" enquanto passava a roleta e pagava a passagem e recebi de volta só um murmúrio. Tudo bem, a pessoa não tem a obrigação de estar de bom humor. Problema era que eu não sabia onde tinha que descer, ou seja, precisava pedir para ele me avisar. Pedi. Ele respondeu: "Se eu lembrar, eu aviso". Não lembrou. Mas, eu descobri onde tinha que descer.
Esses são apenas alguns que eu achei que mereciam destaque. Agora, dá uma olhada no cobrador desta reportagem. Bem legal a ideia. Cada um faz o que pode para melhorar seu ambiente de trabalho, né?
Fica aqui minha homenagem aos cobradores simpáticos que fazem a nossa rotina menos ruim.
Tinha o cobrador do ônibus que eu pegava pra ir pro curso técnico. Ele era bem simpático e a gente ia conversando a viagem inteira (uns 15 minutos, no máximo). Ano passado eu passei por ele na rua; acho até que ele me reconheceu.
Uma das vezes que eu me perdi em Porto Alegre, tive a sorte de encontrar uma cobradora muito simpática. Ela me deixou ficar no ônibus pra viagem de volta e deu risada comigo. Na saída, ainda tirou uma onda com a minha cara: "Te informa bem de que lado tu tem que pegar o trem". Eu ri.
O cobrador do ônibus que eu pego pra ir para o trabalho atualmente dá bom dia pra todo mundo. Bem simpático ele. Quando a gente responde ele até pergunta "tudo bem?". Ele conversa com as pessoas, se diverte enquanto trabalha. Só não converso com ele porque me tornei um pouco tímida para essas relações sociais e porque a essa hora da manhã ainda sou meio zumbi. Mesmo assim, o bom humor do cobrador faz a gente se sentir um pouco melhor. Parece que o clima do ônibus muda de acordo com o cobrador e o motorista.
Em compensação, lembro de um cobrador que era exatamente o oposto. Eu entrei na condução, disse "oi" enquanto passava a roleta e pagava a passagem e recebi de volta só um murmúrio. Tudo bem, a pessoa não tem a obrigação de estar de bom humor. Problema era que eu não sabia onde tinha que descer, ou seja, precisava pedir para ele me avisar. Pedi. Ele respondeu: "Se eu lembrar, eu aviso". Não lembrou. Mas, eu descobri onde tinha que descer.
Esses são apenas alguns que eu achei que mereciam destaque. Agora, dá uma olhada no cobrador desta reportagem. Bem legal a ideia. Cada um faz o que pode para melhorar seu ambiente de trabalho, né?
Fica aqui minha homenagem aos cobradores simpáticos que fazem a nossa rotina menos ruim.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Quando o segundo arco-íris chegar...

Minha mesa fica ao lado da janela, no terceiro andar. Foi dali que minha colega viu o arco-íris hoje de manhã e me avisou. Ele foi aparecendo, cada vez mais brilhante no céu. De vez em quando, eu olhava um pouquinho pra ele, só pra me sentir mais feliz.
Numa destas vezes, vi que a "ponta" dele caía atrás de um prédio. Parecia que ia colorir todo o morro. Foi quando eu percebi o segundo arco-íris ao lado. Saquei a câmera (que não é das melhores, diga-se de passagem) e tirei a foto com o braço esticado pra fora da janela. Ao vivo, obviamente, era bem mais bonito (e visível).
Segundo fontes confiáveis (meu pai e minha tia), lá
Viu? Meu blog também é cultura.
sábado, 3 de julho de 2010
Fermina Daza
“Impressionaram-na sua simplicidade e sua seriedade, e a raiva cultivada com tanto amor durante tantos dias se apaziguou de pronto.”
Gabriel García Márquez – O amor nos tempos do cólera
Gabriel García Márquez – O amor nos tempos do cólera
domingo, 27 de junho de 2010
De aniversário

Está é a minha foto de aniversário.
E o meu versículo de aniversário é o seguinte, que lemos hoje no culto:
"Estou certo de que o Senhor está sempre comigo; ele está ao meu lado direito, e nada pode me abalar. Por isso o meu coração está feliz e alegre, e eu, um ser mortal, me sinto bem seguro, porque tu, ó Deus, me proteges do poder da morte."
Sl 16.8-10a
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Desejos
Do arquivo.
Quero a vida divertida
como um parque num dia de sol.
Quero os brinquedos vivendo
e os gritos girando no ar.
Quero mil e uma cores
numa enchente de luz.
Quero o riso das crianças
sem freios, sem vergonha.
Quero o sonho, quero a alma.
Quero os olhares profundos, vivos.
Quero a vida pra viver.
Quero a vida divertida
como um parque num dia de sol.
Quero os brinquedos vivendo
e os gritos girando no ar.
Quero mil e uma cores
numa enchente de luz.
Quero o riso das crianças
sem freios, sem vergonha.
Quero o sonho, quero a alma.
Quero os olhares profundos, vivos.
Quero a vida pra viver.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Pinhão Crú Cozido
A revista Galileu deste mês traz uma reportagem sobre uma gramática nova que o linguista Ataliba de Castilho escreveu. Digamos que é uma gramática da língua brasielira. O autor propõe que todos os falantes da língua são senhores dela. Todas as formas de falar e escrever estariam corretas, porque é como as pessoas se entendem. Ou seja, falar "ceisvão" no lugar de "vocês vão" não teria nada de errado. Na entrevista para a revista, Ataliba diz que "(...) o objetivo das boas gramáticas é desnvolver o conhecimento linguístico armazenado na mente dos falantes (...)".
Eu, que até o final dos meus 14 anos tive aversão de estudar a língua portuguesa, defendo que este estudo é fundamental para entender não apenas os livros e textos, mas, inclusive, a língua falada.
Pergunto-me se o verbo "sifu" (eu mifu, tu sifu, ele sifu, como consta na matéria) será realmente estudado em sala de aula. E se uma criança, como meu primo fez (na parede do meu quarto), escrever "neulugar" (que significa "nenhum lugar"), dirão que está errada ou não. E, de repente, quando ela estiver lendo um livro e se deparar com a palavra "nenhum" ela vai saber o que significa. Estou subestimando a inteligência da criança, mas quantas vezes vocês já encontraram uma palavra desconhecida em um livro, porque, na verdade, a conheciam diferente, com os vícios da língua falada?
Além disso, existem todas as gírias de cada região. Logo logo, teremos oficialmente vários dialetos (ou será que já temos?). Ataliba também defende que todas essas variações (inclusive as da língua falada e escrita) estão certas, "cada uma em seu contexto".
Então, a placa que dá título a este texto está certa em seu contexto? (Desculpem-me de não conseguir tirar uma foto dela ainda). Parece que sim, pois, apesar de ofender a estética e a língua culta, ela se faz entender.
Eu, que até o final dos meus 14 anos tive aversão de estudar a língua portuguesa, defendo que este estudo é fundamental para entender não apenas os livros e textos, mas, inclusive, a língua falada.
Pergunto-me se o verbo "sifu" (eu mifu, tu sifu, ele sifu, como consta na matéria) será realmente estudado em sala de aula. E se uma criança, como meu primo fez (na parede do meu quarto), escrever "neulugar" (que significa "nenhum lugar"), dirão que está errada ou não. E, de repente, quando ela estiver lendo um livro e se deparar com a palavra "nenhum" ela vai saber o que significa. Estou subestimando a inteligência da criança, mas quantas vezes vocês já encontraram uma palavra desconhecida em um livro, porque, na verdade, a conheciam diferente, com os vícios da língua falada?
Além disso, existem todas as gírias de cada região. Logo logo, teremos oficialmente vários dialetos (ou será que já temos?). Ataliba também defende que todas essas variações (inclusive as da língua falada e escrita) estão certas, "cada uma em seu contexto".
Então, a placa que dá título a este texto está certa em seu contexto? (Desculpem-me de não conseguir tirar uma foto dela ainda). Parece que sim, pois, apesar de ofender a estética e a língua culta, ela se faz entender.
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