terça-feira, 24 de março de 2009

Em cartaz: Terezinhas

Desta vez não era uma peça. Bem, talvez fosse, depende do ponto de vista. Era mesmo um espetáculo de dança com uma história bem bacana. Não que a dança não fosse. Ao contrário, era bem boa.
Não costumo assistir a apresentações de dança e tudo o que eu assisti não tinha um enredo. Contudo, vou falar do que eu gostei.
Primeiro, a história: sobre mulheres. Era baseada na vida de uma mulher apenas (que, inclusive, estava presente na platéia) e, talvez por isso, a gente sentia uma identificação, um afeto, com o que se passava.
Além disso, algumas das dançarinas (sim, eram só mulheres) tinham uma expressão facial muito boa. Eu, no meu humilde e ínfimo conhecimento sobre dança, acredito que a expressão corporal é o principal nesta arte. Porém, há uma diferença gritante quando é trabalhada a expressão do rosto também. Teve uma das meninas, a Fernanda, que me passou uma emoção muito grande durante o espetáculo. Tudo por causa da expressão do rosto. Ah! E a noiva também. Ela realmente chorou em cena.
Minha pequena experiência com dança não me permite falar muito mais do que isto. Mas, a produção foi muito boa. O grupo Meme está de parabéns. Gostei um monte do cenário, e a cena com as velas foi bem interessante.
Só pra explicar: elas entravam em cena com velas entre os dedos, 2 ou 3 em cada mão, e sentiam a cera quente escorrer e pingar nos dedos. E aguentar a dor sem esquecer o roteiro não dever ser tão simples assim.
Enfim, por enquanto é isso.

Até a próxima.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Hora do Planeta

Vim hoje divulgar a Hora do Planeta.
OH! O que é a Hora do Planeta?
(ctrl+c - ctrl+v)
"O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem como objetivo chamar para uma reflexão sobre a ameaça das mudanças climáticas.
Participe! É simples. Apague as luzes da sua sala.
Como participar? Cadastre-se no site"

<<<<<< Ali ao lado tem um banner sobre a campanha. Pode clicar que vai direto pro site.

domingo, 15 de março de 2009

Pelas ruas

Como estes motoristas gaúchos são mal-educados! (Ah! Ainda não estou bem esclarecida sobre a nova ortografia) E mais ainda numa sexta-feira no fim do dia. Desculpem-me os bons motoristas, mas Porto Alegre tem muitos motoristas grosseiros.
Nesta última, por exemplo, eu saía tranquilamente do estágio e caminhava em direção ao Trensurb (e viva o vale-transporte!), atravessava uma rua bastante calma para o horário, uma destas ruas de mão única e que não tem faixa de segurança, quando, nos meus últimos passos, vem um carro a toda velocidade e vira bem na rua que eu caminhava e passou tão perto de mim que eu senti o ventinho. Gente! Que susto!
Claro que este é só um exemplo das muitas coisas que já me aconteceram por estas ruas. Poxa, era sexta-feira, pra quê a pressa?
Eu estive em Gramado há um tempo atrás e lá os motoristas paravam pra gente passar na faixa e, ás vezes, até fora dela. Nós ficávamos esperando com a mesma paciência que somos obrigados a ter na capital e ficávamos simplesmente embasbacados com a educação do pessoal de lá. Não sei se foi alguma ocasião especial, mas era sexta-feira também.
Dizem que Brasília é o lugar que mais respeitam as leis de trânsito. Quando estive lá, não tive a oportunidade de atravessar muitas ruas, mas outras pessoas que tiveram puderam confirmar os comentários.
Então, amanhã eu volto a andar por Porto Alegre e vou levando minha atenção e paciência comigo pra não ser atropelada.

sábado, 7 de março de 2009

Era uma vez...

Era uma vez uma menininha que se chamava Helena. Ela morava com seus pais e seu cachorro numa casa em frente a um mercado. Todos os dias ela ia para a escola com uma amiguinha, que também era sua vizinha. Elas sempre brincavam juntas no recreio e dividiam o lanche.
Um dia, a amiga de Helena conheceu outra amiguinha, e as duas passaram a brincar juntas no recreio e dividir o lanche. Helena ficou com ciúmes e brigou com as duas.
A partir daquele dia Helena passava o tempo inteiro planejando sua vingança. Durante as aulas, durante o recreio, à tarde. Chegava até a sonhar com isso. Até que ela decidiu colocar seu plano em prática no próximo dia.
Quando ela chegou em casa, sua mãe disse:
- Helena, arrume suas coisas, nós vamos nos mudar ainda hoje.

Fim.


História chata. São os detalhes que deixam as coisas interessantes.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Uma corrente

Sabe aquele filme já um tanto antigo "A corrente do bem"? Então, só fui assistir estes dias atrás. Muita gente o usa como exemplo em palestras ou aulas e eu sempre quis assistir.
O filme dá ideia pra escrever sobre muitos assuntos. Mas, o que eu fiquei pensando mesmo foi sobre o final. Eu, particularmente, não gostei muito do final. Sabe, a ideia do filme é boa e trata sobre um monte de temas. Mas, o final só me fez pensar em como o ser humano é, na verdade, egoísta.
Quem realmente entraria numa briga de colégio numa proporção de 3 "encrenqueiros" grandes para 1 piazinho mirrado? Se fosse para tentar ajudar o melhor amigo, até acho que se poderia parar pra pensar, talvez pegar algum tipo de arma, pra, só aí, entrar na briga. Não, não! O ser humano é egoísta demais para um sacrifício tão grande.
"Ah, Raquel, mas é um filme!"
Eu sei, é um filme. Mas, é que eu achei tão bom o projeto dele, a corrente de boas ações, que pensei até ser possível colocá-la em prática na vida real. Foi o desfecho da história que me fez desacreditar em tudo.
Sabe, ninguém quer ser herói de verdade. Porque os heróis morrem! E ninguém quer morrer, se puder evitar. O que é mais importante: a sua vida ou a minha? Óbvio que é a minha. Pelo menos pra mim é.
Talvez, se for alguém muuuuito importante pra mim, eu até considere a possibilidade de a minha vida ser menos importante. Mas, seriam poucos casos.
Mesmo assim, a ideia da corrente ficou na minha cabeça. Quem sabe a gente não precise fazer algo realmente grande por uma pessoa para ajudá-la. Às vezes, só tratá-la como gente já ajuda. Acho mesmo que as coisas boas que a gente faz deveriam ser espontâneas. E seria ótimo se todos quisessem ser espontâneos com mais frequência.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Alguns esquecimentos...

Uma coisa que logo vão lembrar

O tal "tapa-sexo" de 4cm. Ou seria 3,5cm? Acho que não faz muita diferença.
É muuuuito provável que logo lembrem deste fato, por causa do carnaval. Voltarão os comentários e a polêmica toda. É até capaz de surgirem novos tapa-sexos menores que aquele, o que, na minha opinião, é só dinheiro jogado fora, porque não vai tapar sexo nenhum.



Um fato que já se está esquecendo


Lembram das enchentes em Santa Catarina? Quase não se fala mais no assunto. Bem, eu não esperava mesmo que ficassem remoendo o assunto, mas ainda é hora de agir. Agora é que precisavam colocar na mídia outra vez, mostrar o que as pessoas ainda precisam e, quem sabe, mobilizar esse povo todo de novo.



Uma notícia que logo será esquecida

O caso da Paula Oliveira, a brasileira que fingiu ser atacada por neonazistas em Zurique, na Suíça. Por alguns dias, parecia que era só o que se falava. Agora, hoje mesmo, já não está mais se dando tanta importância para o caso. Logo, logo, cai no esquecimento.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Em cartaz: A comédia dos erros

Depois de tantos anos fazendo teatro, já não consigo assistir uma peça como simples espectadora. Cada detalhe me chama a atenção e quando eu vejo já perdi o fio da meada. "Mas, como eles fizeram aquilo?", "Isso ali dava pra usar na nossa peça... parece fácil de fazer.", "Bah... se saiu bem dessa, hein?" e tantas outras coisas que me fazem esquecer de prestar a atenção no enredo.
Daí um dos motivos de eu confundir os atores. Poxa! Por que eles tinham que usar exatamente o mesmo figurino? Está certo que eram gêmeos... Não se preocupem, dá pra perceber no início da peça a confusão. Eu só demorei pra perceber que eram dois atores. Achei que o mesmo cara fazia os dois papéis... Mas é que os caras eram muito bons! As personalidades eram muito parecidas.
Outra coisa que me tirou a atenção foi o desenho. Desde o início da peça, tinha um cara fazendo um desenho. Não que ele ficasse desenhando o tempo todo, nem que chamasse a atenção para ele, mas eu estava curiosa para saber o que ia sair dali. Aliás, o resultado ficou ótimo. Eu adorei. Inclusive, o desenho está comigo.
Sério, vale a pena assistir essa peça. Até se você quiser comprar alguma coisinha, tem uma feirinha no início. Não comprei nada porque a grana estava curta, mas fiquei com vontade.

A peça vai só até domingo e está em cartaz pelo Porto Verão Alegre. Então, se apressem.

Até mais.