sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Andando de ônibus

Quem anda de ônibus já conheceu uma renca de cobradores. Nestes últiimos dias, me peguei pensando nos que eu conheci. Alguns, não ocupam espaço na minha memória. Já outros foram muito marcantes.

Tinha o cobrador do ônibus que eu pegava pra ir pro curso técnico. Ele era bem simpático e a gente ia conversando a viagem inteira (uns 15 minutos, no máximo). Ano passado eu passei por ele na rua; acho até que ele me reconheceu.
Uma das vezes que eu me perdi em Porto Alegre, tive a sorte de encontrar uma cobradora muito simpática. Ela me deixou ficar no ônibus pra viagem de volta e deu risada comigo. Na saída, ainda tirou uma onda com a minha cara: "Te informa bem de que lado tu tem que pegar o trem". Eu ri.

O cobrador do ônibus que eu pego pra ir para o trabalho atualmente dá bom dia pra todo mundo. Bem simpático ele. Quando a gente responde ele até pergunta "tudo bem?". Ele conversa com as pessoas, se diverte enquanto trabalha. Só não converso com ele porque me tornei um pouco tímida para essas relações sociais e porque a essa hora da manhã ainda sou meio zumbi. Mesmo assim, o bom humor do cobrador faz a gente se sentir um pouco melhor. Parece que o clima do ônibus muda de acordo com o cobrador e o motorista.

Em compensação, lembro de um cobrador que era exatamente o oposto. Eu entrei na condução, disse "oi" enquanto passava a roleta e pagava a passagem e recebi de volta só um murmúrio. Tudo bem, a pessoa não tem a obrigação de estar de bom humor. Problema era que eu não sabia onde tinha que descer, ou seja, precisava pedir para ele me avisar. Pedi. Ele respondeu: "Se eu lembrar, eu aviso". Não lembrou. Mas, eu descobri onde tinha que descer.

Esses são apenas alguns que eu achei que mereciam destaque. Agora, dá uma olhada no cobrador desta reportagem. Bem legal a ideia. Cada um faz o que pode para melhorar seu ambiente de trabalho, né?

Fica aqui minha homenagem aos cobradores simpáticos que fazem a nossa rotina menos ruim.

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